quarta-feira, 12 de maio de 2010

O PIB cresceu e o revanchismo também

A propósito do divulgado crescimento do PIB, no primeiro trimestre deste ano, Sócrates afirmou, no tom que lhe é habitual:
«Uma boa notícia de Portugal, afinal de contas, ter sido o campeão do crescimento no primeiro trimestre. Surpresa para muitos sobre o que têm dito sobre a economia portuguesa, alguns deles nitidamente a necessitar de mudar de manuais ou fazerem a revisão da matéria dada
Invariavelmente, Sócrates revela ser um político medíocre, sem estatura de estadista para exercer o cargo que ocupa. Invariavelmente, tem uma linguagem arruaceira, arrogante e revanchista, que pode ser própria de um membro de uma claque de futebol, mas não é, certamente, própria de um primeiro-ministro. É este género de discurso, que Sócrates monótona e repetidamente utiliza, que faz baixar irreversivelmente o nível do debate político, que o faz resvalar para um linguajar infantilizado, característico de meninos birrentos e mal-educados.
Em lugar de manifestar satisfação pelos resultados económicos agora divulgados, mas uma satisfação sóbria — até porque são resultados que, infelizmente, pouco ou nada asseguram quanto ao futuro —, Sócrates opta por ser fanfarrão e quezilento. Em lugar de ter alguma prudência e até humildade — se, por exemplo, tivesse presente as suas políticas desastrosas no ano anterior e as ameaças que até sexta-feira transacta o nosso país sofreu —, Sócrates revela leviandade e arrogância. Leviandade, porque canta vitória, quando a batalha pela recuperação económica e financeira ainda nem começou, e, arrogância, porque denota que aquilo que verdadeiramente lhe interessa não é que o País melhore, o que verdadeiramente o motiva e satisfaz é tentar denegrir, ainda que ingloriamente, os adversários políticos.
Nos momentos em que é pressionado pela voracidade dos mercados estrangeiros e é confrontado com a sua irresponsabilidade e aventureirismo, Sócrates enche o discurso com apelos à unidade nacional. Todavia, esses apelos valem o que a hipocrisia vale, na primeira oportunidade, por mais incipiente que ela seja (como agora foi a divulgação dos resultados económicos do primeiro trimestre do ano), Sócrates esquece a unidade e deleita-se no acinte.
Lamentavelmente, temos um primeiro-ministro desacreditado e sem autoridade, um primeiro-ministro que apenas acrescenta problemas aos problemas.

Às quartas

Encontro numa festa em Londres

Durante um minuto permanecemos desconcertadamente juntos.
Perguntas a ti mesmo em que língua hás-de falar-me,
ofereces, antes, uma cebola avinagrada num palito.
És jovem e talvez esqueças
de que o Império vive
apenas nos sons puros das vogais que te ofereço

acima do ruído.

Eunice de Souza
(Trad.: Cecília Rego Pinheiro)

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Registos do fim-de-semana

PGR fecha a sete chaves despachos sobre Sócrates

Obras públicas abalam Governo

PS deixa Alegre 'pendurado'

Nobre com militares de Abril

[Ricardo Rodrigues] 'é um homem leal, rigoroso e de princípios', diz Francisco Assis

Serviços públicos desafiam feriado
Sol (7/5/10)

Constâncio admite adiar grandes obras públicas

Signatários de manifestos alteraram a sua posição: Opinião mudou entre os que defendiam as obras públicas

Ministério da Educação não aceita decisão judicial de suspender efeitos da avaliação
Público (7/5/10)

Comissão não pediu registos de entradas em São Bento

PGR já nem arrisca data para fim da Operação Furacão

Ministra da Educação recua na avaliação

Portugal e Espanha podem ser os próximos palcos de agitação

«Os líderes sindicais de cá não mobilizam os jovens» ( Marinús Pires de Lima)

BE salva seis parcerias público-privadas
— Bloco vota com PS em nome do investimento e do emprego —
Expresso (8/5/10)

Sócrates admite adiar aeroporto de Alcochete e terceira ponte do Tejo

SPM critica provas de aferição, ministra gaba quem as fez

Bancada do PS não dá tolerância de ponto aos funcionários

Bloco recusa consultar escutas da Face Oculta
Público (8/5/10)

José Penedos informava o filho, diz a Relação

Rui Pedro Soares quer que testemunho de Penedos no caso Taguspark seja anulado

Movimento para a criação de um partido regionalista a norte começa a ganhar forma

O PSD quer ser um partido atrevido
Público (9/5/10)

domingo, 9 de maio de 2010

Rabih Abou-Khalil e Ricardo Ribeiro

Pensamentos de domingo

«O mais grave no nosso tempo não é não termos respostas para o que perguntamos — é não termos já perguntas.»
Virgílio Ferreira

«Sinto que progrido na medida em que começo a não entender nada de nada.»
Charles Ramuz

«O cãozinho rafeiro suspeita de que toda a gente conspira para lhe roubar o lugar.»
Rabindranath Tagore
In Paulo Neves da Silva, Dicionário de Citações.

sábado, 8 de maio de 2010

Ao sábado: momento quase filosófico


A propósito de Rousseau

«Rousseau imaginou o homem natural com os traços do bom selvagem, do homem primitivo que havia já sido idealizado por alguns viajantes e ensaístas a partir do século XVI. Baseando-se nesse modelo, o homem natural que Rousseau imagina é um ser livre e sem o desejo de prejudicar o seu próximo; um ser que procura satisfazer as suas necessidades naturais, mas não essas falsas necessidades criadas pela sociedade; um ser sem qualquer egoísmo ou obsessão pelo lucro. Além disso, nesse estado natural não teria existido propriedade privada e, por isso, não haveria nem ricos nem pobres.
Rousseau pensava que a história humana não é um processo progressivo, mas degenerativo ("Tudo sai bem das mãos do criador, tudo degenera nas dos homens", escreveu no seu livro Emílio). Esta era uma das muitas coisas que separavam Rousseau dos outros filósofos do Iluminismo (que assumiam uma visão progressista da história) e que provocou as piadas de Voltaire quando, depois de ler um livro de Rousseau, escreveu: "Até nos dá vontade de andar a quatro patas."»
Pedro González Calero, A Filosofia com Humor.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

ME retira avaliação do concurso

A ministra da Educação foi ontem condenada por desobediência ao Tribunal Administrativo e Fiscal de Beja. O Ministério da Educação anunciou hoje que retirou a avaliação do concurso para professores contratados.
A incompetência política e técnica do Ministério da Educação continua intacta, ainda que, desta vez e finalmente, tenha sido penalizada. Já não era sem tempo.

Fragmenti veneris diei

«Disse que conhecíamos muitos tipos de estrelas ou que julgávamos conhecer muitos tipos de estrelas. Falou das estrelas que se vêem à noite, como por exemplo, quando vamos de Des Moins a Lincoln, pela estrada 80 e o carro se avaria, nada de grave, o óleo ou o radiador, talvez um pneu furado, e saímos, tiramos o macaco e a roda sobresselente do porta-bagagem e mudamos a roda, no pior dos casos meia hora, e quando acabamos olhamos para cima e vemos o céu coberto de estrelas. A Via Láctea. Falou das estrelas do desporto. Essas são outro tipo de estrelas, disse ele e comparou-as com as estrelas de cinema, embora tenha feito notar que a vida de uma estrela do desporto costumava ser bastante mais curta do que a vida de uma estrela de cinema. A de uma estrela do desporto, no melhor dos casos, costumava durar quinze anos, enquanto a vida de uma estrela de cinema, também no melhor dos casos, podia durar quarenta ou cinquenta anos se tivesse começado a carreira ainda jovem. Pelo contrário, a vida de qualquer das estrelas que uma pessoa podia contemplar na berma da estrada 80, enquanto viajava de Des Moins a Lincoln, costumava durar milhões de anos ou então, no momento de a contemplar, podia já ter morrido há milhões de anos e o viajante que a contemplava nem sequer suspeitava. Podia tratar-se de uma estrela viva ou podia tratar-se de uma estrela morta. Por vezes, consoante a forma como a víssemos, disse ele, essa questão tinha pouca importância, pois as estrelas que vemos de noite vivem no reino da aparência. São aparência, da mesma maneira que os sonhos são aparência. De tal maneira que o viajante da estrada 80 a quem um pneu acabou de rebentar não sabe se o que contempla na imensa noite são estrelas ou se, pelo contrário, são sonhos. De alguma forma, disse ele, esse viajante parado também é parte de um sonho, um sonho que se desprende de outro sonho assim como uma gota de água se desprende de uma gota de água maior a que chamamos onda. Uma vez chegado a este ponto, Seaman advertiu que uma coisa é uma estrela e outra coisa é um meteorito. Um meteorito nada tem a ver com uma estrela, disse ele. Um meteorito, sobretudo se a sua trajectória o levar a colidir directamente com a Terra, não tem nada a ver com uma estrela nem com um sonho, mas sim, talvez, com a ideia de desprendimento, uma espécie de desprendimento ao contrário. Depois falou das estrelas do mar [...]»
Roberto Bolaño, 2666, pp. 294-295.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Quinta da Clássica - Albert Roussel

Não vá o diabo tecê-las...

É curioso o modo como alguma comunicação social classifica o acto do deputado do PS, Ricardo Rodrigues, de meter no bolso os gravadores dos jornalistas da revista Sábado. Desde «tomou posse dos gravadores» até «apropriou-se dos gravadores» os eufemismos são múltiplos. Se não tivesse sido um deputado o agente da acção, se tivesse sido um anónimo cidadão (um popular, uma designação que alguns preferem), o modo de a descrever provavelmente teria sido mais ou menos este: «fulano de tal roubou os gravadores aos jornalistas».
Mas a realidade é o que é: aos olhos de alguma comunicação social, um deputado, em particular se for do partido do Governo, nunca rouba, apenas «toma posse», apenas «se apropria», apenas «leva consigo», apenas «fez desaparecer».
Não vá o diabo tecê-las e o senhor deputado ainda virar ministro ou secretário de Estado...

Um comportamento padrão


Quem sai retratado neste vídeo não é apenas o deputado do PS, Ricardo Rodrigues, neste vídeo está retratado o comportamento padrão personificado, desde há cinco anos, pelas principais figuras do poder socialista, em particular: José Sócrates, Lurdes Rodrigues, Santos Silva, Pedro Silva Pereira, Manuel Pinho, José Lello, Valter Lemos, Jorge Pedreira, entre outros.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Às quartas

Veneza

Na ponte eu estava
Ao moreno anoitecer.
Distante veio um canto:
Douradas gotas corriam
Pela tremente planura.
Gôndolas, luzes, música —
Ébrias vogavam para o crepúsculo...

A minh'alma, uma lira,
Cantava-se, invisivelmente vibrada,
Oculta canção de gondoleiro,
Tremente de irisada beatitude —
Mas alguém ouvia?

Friedrich Nietzsche
(Trad.: Jorge de Sena)

O simulacro da avaliação

A actual ministra da Educação está próxima de se igualar à sua antecessora.
Afirmou, na Comissão Parlamentar da Educação, Ciência e Cultura, a propósito da contagem da avaliação no concurso dos professores contratados, que «Seria manifestamente injusto que os Excelente e Muito Bom neste momento vissem não ser considerada a avaliação do seu desempenho», e acrescentou: «A avaliação não é um simulacro que não serve para nada.»
Não há mais que duas possibilidades interpretativas: ou a ministra não faz a mínima ideia do que está a afirmar ou pretende igualar a sua antecessora na irresponsabilidade, no aventureirismo e na hipocrisia política.
A ministra da Educação sabe, ou tinha a obrigação de saber, que a avaliação realizada foi rigorosamente um simulacro. Foi um simulacro que deveria envergonhar quem o criou, quem o defendeu e quem o executou.
A ministra da Educação sabe, ou tinha a obrigação de saber, que uma avaliação só não é um simulacro se o método avaliativo for adequado e credível e se quem avalia estiver capacitado para o fazer. Ora, a ministra da Educação sabe, ou tinha a obrigação de saber, que nem uma coisa nem outra aconteceram.
Recorde-se apenas o que se passou, e ainda hoje continua a passar-se, com quem avalia, isto é, com os avaliadores que fizeram/fazem a avaliação da componente científico-pedagógica, através da observação de duas aulas. Sobre esta situação, a ministra da Educação sabe, ou tinha a a obrigação de saber, que:

1. As competências avaliativas, assim como outras, não são apenas matéria do domínio da forma, são, antes de mais, matéria do domínio da substância. Não é condição suficiente a lei determinar que alguém tem competência para realizar uma determinada função para que esse alguém passe a ter, substantivamente, essa competência. Neste domínio, como em vários outros, aquilo que é determinado pela lei constitui uma condição necessária, mas não constitui, de modo algum, uma condição suficiente;

2. Todos temos o direito a uma avaliação «justa, séria e credível», como é referido no preâmbulo do Decreto Regulamentar n.º 1-A/2009, de 5 de Janeiro. Todavia, para que esse direito se possa concretizar, é necessário que estejam reunidas as condições objectivas que possibilitem a realização efectiva de uma avaliação justa, séria e credível. Nomeadamente:
a) que os professores avaliadores tenham tido uma formação que os capacite para essa função. É sabido que avaliar alunos não é o mesmo que avaliar professores, nem isso confere competência para tal. Toda a literatura científica, nacional e estrangeira, sobre a matéria o confirma e o próprio Conselho Científico para a Avaliação de Professores também já o fez, quando explicitou que os professores avaliadores devem ser objecto de «uma formação especializada de carácter científico, técnico e profissional certificado, de média ou longa duração, realizada em parceria com instituições de ensino superior» (Recomendações N.º 5/CCAP/2009);
b) que o professor avaliador considere possível e se sinta capacitado para realizar uma avaliação justa, séria e credível, através da observação de duas (ou três) aulas, num reduzido espaço de tempo (um mês, como está a acontecer neste momento) e que será tida como avaliação de um ano lectivo.
Estas são as condições substantivas que permitem cumprir o dever de avaliar e satisfazer o direito de ser avaliado, com justiça, seriedade e credibilidade. Não são as condições formais (ser professor titular - a divisão da carreira ainda está plenamente em vigor!!) que, só por si, capacitam para avaliar com justiça, seriedade e credibilidade;

3. O Ministério da Educação ainda não implementou essa formação especializada para professores avaliadores. Não ministrou qualquer formação especializada no domínio da avaliação de professores nem mostrou como é possível proceder a uma avaliação justa, séria e credível observando apenas duas (ou três) aulas, num reduzido espaço de tempo;

4. Se isto se refere e aplica, em geral, à avaliação dos professores, com muito maior relevância se refere e aplica a uma avaliação que visa, predominantemente, apurar níveis de excelência na prática docente, como é o caso da avaliação que visa a atribuição de Muito Bom e de Excelente.

Isto, só por si, sem ser necessário analisar a metodologia, revela de modo evidente que a avaliação realizada e a que neste momento se está a realizar é um simulacro. Não passa objectivamente de um simulacro.
Isabel Alçada está a mostrar ser uma digna sucessora de Lurdes Rodrigues, ao contrário do que muitos tentaram fazer crer.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Terças da MP - José Afonso

Petição: primeiro objectivo já foi atingido

Pela redução do número máximo de alunos e alunas por turma e por professor/a

A uma média superior a mil assinaturas por dia, a petição pela redução do número de alunos por turma promovida pelo Movimento Escola Pública já alcançou o primeiro objectivo: ultrapassar o número necessário (4 mil) para que venha a ser discutida na Assembleia da República. A este ritmo, contamos poder apresentar muitos mais milhares de assinaturas, o que dará a esta causa um apoio público formidável. Com toda esta força, acreditamos que é possível vencer.

Porquê esta petição?

Portugal apresenta níveis elevados de insucesso escolar e para isso contribuem muitos factores, alguns dos quais alheios à própria escola. Os níveis culturais da população portuguesa são no geral baixos, a massificação da escola não foi acompanhada de todos os instrumentos necessários à garantia da sua qualidade, a diversidade de públicos escolares resiste a receitas padronizadoras. É também inegável que faltam meios às escolas para enfrentar o insucesso, seja devido à ausências de equipas multiprofissionais, à falta de apoio social aos alunos mais desfavorecidos, ou às condições precárias em que o trabalho de alunos e professores se desenvolve. Isto sem esquecer as questões relativas à dimensão e conteúdos do próprio currículo.

Se combater este atraso exige medidas concretas a vários níveis, seria obviamente absurdo ignorar todas as causas que se prendem com o contexto de sala de aula, que é onde a relação de ensino-aprendizagem começa por ser testada na definição do sucesso de cada aluno/a. Uma relação pedagógica interessada, consequente, viva e profícua tem naturalmente melhores condições para se desenvolver em turmas de dimensões mais reduzidas. Aproxima o professor dos alunos e os alunos entre si e ajuda e diluir o anonimato. Facilita a participação de todos/as e o acompanhamento directo e contínuo de cada aluno/a, bem como o estabelecimento de relações de confiança, responsabilidade e empenho, necessárias ao sucesso escolar e pessoal.

É principalmente nas zonas periféricas dos grandes centros urbanos que as turmas atingem perto de 30 alunos, enfraquecendo a relação pedagógica, e abrindo caminho à naturalização do insucesso e à sensação de impotência profissional. Para agravar a situação, são muitos os professores que têm a seu cargo mais de 150 alunos, tornando muito difícil o acompanhamento, a dedicação e o investimento desejáveis.

Assim, é urgente que esta Petição, que conseguiu juntar tantas vontades muitas vezes desavindas, faça o seu caminho com muita força

Subscreva aqui
http://www.peticaopublica.com/?pi=aluturma

Bonecos de palavra

Para ampliar, clicar na imagem.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Registos do fim-de-semana

«Corrupção já é legal em Portugal» (Sá Fernandes, a propósito da absolvição de Domingos Névoa)

Pagamento a Inês de Medeiros pode voltar para trás

Jardim muda Chão da Lagoa
— Passos não será convidado nem haverá ataques a Sócrates e ao Governo da República —

Alegre lança candidatura nos Açores em concertação com Sócrates
Sol (30/4/10)

Corte do Governo em obras públicas só sacrifica investimento em meia auto-estrada

Mais de metade dos hospitais não cobre obesidade

Tribunal da Relação arquiva queixa de Sócrates contra colunista do DN
Público (30/4/10)

Parlamento ainda pode parar TGV

Lurdes Rodrigues aprende inglês

Secretariado PS é contra Alegre mas vai apoiá-lo

Oposição já tem conclusão: 'Magalhães' fugiu às regras
Expresso (1/5/10)

Parque Escolar entrega projectos a colegas de administradora

Crédito à habitação vai começar a aumentar

Obras públicas: Cavaco pede reavaliação, mas Sócrates resiste

Sócrates desconhece impacto orçamental da redução do subsídio de desemprego

Desemprego não pára de subir e chega aos 10,5 por cento

Granadeiro não esclarece quem indicou Rui Pedro Soares para a Comissão Executiva da PT

Direcção da Universidade Independente será julgada por associação criminosa

Visita do Papa a Portugal fecha escolas de todo o país no dia 13 de Maio
Público (1/5/10)

Cavaco ao lado de Teixeira dos Santos contra as grandes obras

«Se Sócrates ficar na história de Portugal terá de ser pelas más razões» (Rui Ramos)
i (1/5/10)

Gestores das 20 maiores empresas da bolsa ganharam 22,6 milhões (em 2009)

«Perante a catástrofe, [pode-se] arranjar "nervos de aço" e prosseguir na asneira como o nosso inefável Sócrates [...]» (Vasco Pulido Valente)
Público (2/5/10)